

"Quem alguns dias não viveu e passeou nesta ridente e amorável região privilegiada das éclogas e das pastorais, não conhece de Portugal a porção de céu e de solo mais vibrantemente viva e alegre, mais luminosa e mais cantante"
Ramalho Ortigão
Este projecto é pioneiro na preservação da diversidade biológica e no contributo para o funcionamento dos ecossistemas. Porque promove exclusivamente espécies autóctones, algumas das quais fortemente ameaçadas de extinção, como é o caso do milho regional, do feijão tarreste, do porco bísaro, da galinha pedrês, etc. é um exemplo ímpar no panorama gastronómico nacional. Por outro lado oferece ao visitante o prazer incomparável de degustar os sabores autênticos e genuínos, de conhecer de perto as espécies e de partilhar experiências inesquecíveis à volta dos tachos, da masseira ou do forno a lenha.

Liberte-se dos compromissos, do trânsito infernal, do telemóvel, do almoço a correr, da pressa de chegar; esqueça o apelo incessante ao consumismo e à competitividade. Faça uma viagem pelas paisagens e monumentos, pelos sabores e saberes de outrora, aprecie cada vereda, cada elemento da paisagem, cada aroma, encontrará momentos de rara felicidade. Viva-os devagar.


A opinião de quem já por cá passou motiva-nos para continuar este trabalho tão apaixonante quão gratificante de recuperar o receituário tradicional Alto-Minhoto. Obrigado por tão rasgados elogios.
"Parabéns pela iniciativa. É difícil encontrar um local como este para comer, beber e conviver"
(Fernando Marques - Porto)
"Do melhor que já provei... aquelas entradas são divinais..." (A.P. Martins - S.J.Madeira)
"Um bom exemplo de aproveitamento de espaços abandonados. Isto era uma escola primária que fechou por falta de alunos. Agora aqui aprendem-se outras lições..." (José C. Campelo - Porto)
"Una semana increible en un lugar precioso. Cuando llegamos al pueblo de Río frio acompañado de nuestro hijo de un añito y poquito más, no pensabamos que ibamos a estar como en nuestra casa, incluso el pequeñito estaba feliz de estar al aire libre sin ruido, ni contaminación. Los vecinos nos dieron la bienvenida nada más llegar y fueron muy cordiales todo el tiempo. Joaquim nos enseño los alrededores y fue impresionante ver el paisaje tan verde y tan lleno de vida, con sus animales de granja a lo lejos de cada huerta y terreno, el olor a campo y libertad. La sorpresa llego cuando vimos la casa rural por dentro, con todas las modernidades y en el exterior un patio para nosotros solos donde ver el paisaje y disfrutar de la tranquilidad, nada de ruido, sólo el paisaje y nosotros. Mi pequeñito estaba encantado de entrar y salir de la casa, de sentarse, de jugar con la pelota y nosotros tomamos un refresco mientras lo veiamos. Joaquin todos los días nos traía el desayuno en una cesta, con su café y pastelería, todo recién hecho. Aprovechamos los días para visitar los alrededores de Arcos de Valdevéz y visitar los pueblos de alrededor y conocer más de la zona, y cada día conocíamos cosas nuevas. Descansábamos muy bien en la Casa Rural, y había veces que no queríamos movernos, el sol nos iluminaba y nos daban ganas de estar sentados viendo pasar el tiempo. Sólo puedo decir que disfrutamos muchísimo con el trato que nos dio Joaquim, siempre estuvo atento y pendiente de que estuvieramos bien y en más de una ocasión nos llevo de visitas por la naturaleza y nos explicó cosas que en una ciudad no tienen sitio. Lo único malo que puedo decir....es que quiero volver y no se cuando podré hacerlo¡¡"
Ruben Huerta - Barcelona

Cozinha Tradicional
Onde outrora funcionou uma escola primária e uma telescola, hoje conservam-se os saberes e os sabores ancestrais passados de geração em geração.
A gastronomia tradicional encontra aqui um referencial, tanto pela forma de confeccionar os pratos como pelas matérias-primas utilizadas, exclusivamente autóctones.
A broa de milho que aqui se produz, e que é um dos poucos produtos agro-alimentares que se produzem em Portugal catalogados pela SLOW FOOD FOUNDATION FOR BIODIVERSITY, é o ex-libris
deste sítio encantado, entre os rios, o céu e as montanhas.
Sabia que "Cachena" é uma raça bovina portuguesa, provavelmente a raça bovina mais pequena do mundo. Vive nas zonas de alta montanha, concelho de Arcos de Valdevez, em pleno Parque Nacional da Peneda-Gerês, e está ameaçada de extinção. Uma das formas de ajudar a salvar esta raça é valorizar a sua carne, que é de excelente qualidade. Ao consumir carne de Cachena está a ajudar a manter a sustentabilidade de dezenas de criadores. Havendo criadores interessados em manter estes animais nas suas explorações, este património, único e diferente, nunca se perderá...



É necessário fazer sempre reserva. O número mínimo são 4 e máximo 25 pessoas. Excepcionalmente podem admitir-se grupos maiores em condições a combinar.